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    AHRESP LANÇA GUIA DE BOAS PRÁTICAS DA RESTAURAÇÃO E BEBIDAS

    Guia AHRESP

    Na sequência da pandemia de COVID -19, estando a ser retomada a atividade de forma faseada e gradual, a AHRESP - Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, em parceria com a Direção-Geral da Saúde, lançou um guia que contém um conjunto de recomendações para as empresas do canal HORECA - Hotelaria, Restauração, Cafetaria ou Catering, para que continuem a ser promovidas e aplicadas as regras de saúde, higiene e segurança nos espaços públicos e nos locais de trabalho.

    Este guia contém recomendações sobre:
    ·Layout e capacidade dos estabelecimentos, de modo a garantir o distanciamento entre as pessoas durante o período de funcionamento dos estabelecimentos;
    ·Sensibilização e a capacitação de
    a) colaboradores - é essencial que estejam devidamente informados sobre a doença, o plano de contingência do estabelecimento, e capacitados sobre os procedimentos que devem ser cumpridos.
    b) consumidores
    - Exigir o cumprimento das regras impostas pelos estabelecimentos, elaboradas com base no material de comunicação disponibilizado no microsite da DGS (https://covid19.min-saude.pt/);
    - Informar que devem evitar tocar em superfícies e objetos desnecessários;
    - Informar que não podem modificar a orientação das mesas e das cadeiras;
    - Informar que devem manter uma distância de, pelo menos, 2 metros nas filas de espera no espaço exterior ao estabelecimento e nas filas de espera que se geram para pedidos/pagamentos ao balcão.
    ·Regras de controlo de entrada, pois o acesso ao estabelecimento é um ponto crítico de todo o processo de controlo;
    ·Regras de higiene pessoal, sendo importante que todos os colaboradores cumpram uma rigorosa higiene pessoal e apresentem um bom estado de saúde, sem sintomas associado à COVID-19;
    ·Fardamento e equipamentos de proteção individual
    ·Regras de Limpeza e desinfeção, sendo os estabelecimentos de restauração e bebidas frequentados e expostos a várias pessoas e de forma continuada, estes podem contribuir para a transmissão indireta do vírus;
    ·Preparação e confeção de alimentos, de modo a continuar a assegurar as boas práticas de higiene durante a preparação e confeção dos alimentos;
    ·Serviço, pela proximidade que este implica entre colaboradores e clientes, podendo ser um veículo de propagação da doença;
    ·Modo de pagamento, sendo o dinheiro considerado um potencial foco de transmissão do vírus.

    O guia dispõe ainda sobre os requisitos específicos para take-away, delivery e drive-in e sobre o Livro de Reclamações privilegiando a utilização do seu formato eletrónico.

    Consulte o aqui.

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